O FALSO REVOLUCIONÁRIO


No último dia 09 de outubro foi comemorado os 48 anos da morte de Ernesto “Che” Guevara, um dos líderes do golpe militar contra o ditador cubano Fulgêncio Batista. Um herói da liberdade e igualdade para países como o Brasil, que tem ele como ídolo e com o seu rosto em diversas camisetas pelo país afora. Um símbolo que até se transformou em uma figura pop não só no Brasil, mas pelo mundo.

Nesse golpe militar, um novo sistema ditatorial substituiu o de Batista, esse com o braço de ferro de Fidel Castro no poder. Mas essa é outra história para uma publicação mais voltada para isso em outra oportunidade.
Após 48 anos de sua morte e todo alarde por sua filosofia de liderança socialista, fica-se a pergunta de como ele estaria olhando atualmente, se vivo, os que o adoram tanto. Porque muitos se iludem com a imagem que foi vendida ao público desse líder da liberdade, mas quando na verdade Che nunca passou de um racista, homofóbico, com mentalidade patriarcal, despótica e que era bem arrogante. Ele desprezava negros, jovens cabeludos, música e livros, e tudo mais aquilo que dizem que este era a sua simbologia no postmortem.

Ele enquanto ministro da economia no pós-golpe em Cuba, foi a pessoa que destruiu toda a infraestrutura cubana, afundando um dos países maias prósperos da América Latina. Colocando o país em submissão à Fidel Castro por décadas levou todos a miséria e ao caos. Algo que só agora com as mudanças da visão americana é que o país poderá começar a sair dessa situação.

O tão bem querido ícone da cultura pop socialista não deixou de ter seus envolvimentos em ataques terroristas em solo americano, mesmo quando os EUA ainda acreditavam que poderiam ter um parceiro em Cuba. Colaborou para a implementação de um regime totalitário em favor de Fidel Castro, que ainda continua n2o poder, tendo agora o irmão Raúl Castro no comando. Um país sem eleições desde então e preso ao sonho socialista que nunca foi efetivamente aplicado, apenas no começo quando ainda contava com um pequeno apoio da extinta URSS.

A população cubana foi forçada a viver este regime de coletivização.

A morte de Che na Bolívia foi o final de um líder que queria aplicar a cultura ditatorial por onde passava, nada de liberdade e igualdade como muitos acreditam, principalmente em um país como o Brasil que tem o desejo, em alguns pontos da sociedade de abraçar sua ideia, mas não de forma geral e sim de alguns pontos, porque não querem abrir mão de algumas coisas que o capitalismo trouxe.

O fato é que um líder como Che nunca foi a esperança de pessoas como 90% de seus fãs e seguidores, porque todos estes seriam alvos de seu ódio e de seus preconceitos. Apenas os mais cegos não entendem o quanto essa imagem criada pelo governo cubano é falsa e que foi vendida para que o regime de um ditador substituísse outro. O preço quem pagou foi a população de toda Cuba e de alguns outros países que tem líderes que acham que conseguem implementar aquela filosofia em sua casa.

Ernesto “Che” Guevara nunca passou de um falso símbolo de um projeto que foi um fracasso!!!

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