Sobre download, S.O.P.A. P.I.P.A

Nota: Postagem originalmente escrita em 25 de janeiro de 2012 no facebook.
Nota: Apenas serve com um teste para o blog.

Esse é um dos assuntos mais em voga atualmente na internet, afinal com toda aquela repercussão sobre S.O.P.A. (Stop Online Piracy Act) e P.I.P.A. (Protect IP Act), que o deputado americano Lamar Smith tentou passar no congresso americano, afetou muitas pessoas nos EUA e pelo mundo.

De uma forma ou de outra, sabemos qual é o efeito na baixa venda de CDs e DVDs, e até mesmo na frequência de pessoas em cinemas, e os mesmos motivos para o aumento de downloads diariamente.

É evidente que todos sabemos quando baixamos um arquivo, seja de música, filme ou livro, que se o mesmo tem direitos autorais registrados estamos cometendo um ato de pirataria virtual, mas ao mesmo tempo enquanto não vemos o mesmo empenho de governos para mudarem seus altos custos de taxas sobre produtos, assim podendo ter melhores preços finais para o público em geral. Claro que temos muitos países que não tem esse problema, mas o índice de download não é menor do que outros. Só que isso acontece por “n” razões, em alguns casos as pessoas fazem o download para conhecer o produto antes de comprar o original, em outros casos a pessoa simplesmente não tem acesso fácil a um produto em seu país, só encontrando importado (aqui voltamos aos custos de taxas altas) e em outros casos é por comodidade das pessoas em não gastar dinheiro para seu prazer.

Eu sempre fiz questão de deixar claro que não sou contra o download, quando o mesmo tem o intuito de ajudar em algum sentido o trabalho de uma pessoa, como eu cuidando de programas em uma rádio online não tenho outra opção em realizar os programas sem ter o mp3 em minhas mãos, mas considero que o mp3, e o download em si, não são maléficos porque podem apresentar dezenas de artistas que dificilmente teríamos a oportunidade de conhecer, por serem artistas ligados ao underground. O mp3 se transformou em uma grande ferramenta para tais bandas, o mp3 junto a sites como myspace, reverbnation e tantos outros que surgiram nesse mesmo formato, e depois dezenas de aplicativos para rede sociais como facebook e orkut, para citar as mais populares, provam que tais ferramentas/aplicativos se transformaram em itens de importante promoção para todas as bandas underground.

Claro que o download ilegal afetou os grandes nomes do mainstream, afetou as grandes gravadoras, pois são eles que gastam os grandes valores para gravar e promover um álbum mundo afora.

O mundo dos negócios musicais (focando esse no momento) foi muito afetado e órgãos como RIAA e a MPAA, que cuidam de direitos autorais não veem esses downloads como bons olhos, pois afinal de contas eles deixam de recolher milhões pelo mundo afora.

Mas focando no atual momento, porque acima pouca coisa nova foi dita, vemos que o deputado americano Lamar Smith recuou com o seu projeto dizendo que até que “haja amplo acordo sobre uma solução” é melhor adiar a votação. Só que a confusão já está feita, o F.B.I. já entrou na confusão e começou a fazer suas investigações e chamar dezenas de donos de sites para acareação, depoimentos e alguns já foram até presos, como é o caso de Kim Dotcom do Megaupload.

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